Bem vindo ao meu delírio.
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Navegando num mar de ilusões.
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O amor tem lá suas pausas, mas nunca acaba.
A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem. O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier (via a-penas-seja-forte)
Continuo gostando de você mesmo sabendo de todas as merdas que tu anda fazendo.
E porra, o que eu sou? Eu sou uma farsa. Na real mesmo, eu não sou nada. Absolutamente nada. Não faço diferença.
— 08-08 (via suicidal-lost)
Mais forte que qualquer braço é um sorriso verdadeiro com o coração em pedaços.
Otávio L. Azevedo (via ofuscador)
Não era amor, era vontade de ficar junto, de cuidar, de rir e de brincar. Não era amor, era apenas um gostar singelo, um calorzinho no peito, um frio na barriga. Não era amor, era apenas as brigas, o adeus que se tornava um começo. Não era amor, era saudade de ouvir a sua voz até de manhã cedo no telefone. Não era amor, era medo. Não era amor, era apenas o sorriso bobo no telefone após um “eu gosto de você.” Não era amor, pelo menos não deveria ser.
O Diário de Sofi.    (via expurgar)
E quando alguém me perguntar como eu estou, direi que estou bem. Andarei até uma mesa de bar, e falarei pra mim mesmo que você não sai da minha mente, e pra não precisar gritar isso pra todo mundo, bebo até cai, esperando que alguém me leve pra casa, ou até mesmo de deixem sossegado ali.
Cartas dos Derrotados. (via docicavel)
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